De um lado o consagrado Tricolor paulista, com tradição e três títulos. Do outro, o Colorado, com uma recente história de sucesso, após o primeiro campeonato em 2006.
O São Paulo vem, depois da Copa, de 3 derrotas e um empate no campeonato nacional, enquanto o Internacional mostra 100% de aproveitamento, contabilizando 4 vitórias.
Palpites divididos e muitas dúvidas. Alguns apostam no Colorado, argumentando a boa fase. Outros no Tricolor enfatizando sua história e seu desempenho pré Copa.
O jogo foi extremamente fechado, para o time paulista. Ninguém imaginava que a defesa sãopaulina seria o único setor usado no jogo, afinal, trata-se de um campeonato internacional. Por outro lado, essa mesma defesa demonstrou sua qualidade e durante 80 minutos segurou um placar que poderia estar em 4, 5 ou 3 a 0, mas estava 1.
Nada justifica a postura paulista no jogo. Para ser campeão não basta não levar gol. É preciso fazê-los! Hernanes não acertou um chute de fora da área, como costuma fazer. Dagoberto preferiu os dribles, às oportunidades de finalizar. Marlos sumiu. Fernandão estava mais colorado do que nunca. Isso sem contar a festa de passes errados por parte do Tricolor. Parecia Inter contra Inter.
Por outro lado, em uma Libertadores não se pode perder tantos gols como o Colorado perdeu. Vamos levar em conta a belíssima atuação de Rogério Ceni, que defendeu gols feitos. Mesmo assim, o Internacional precisava aumentar para chegar ao Morumbi menos pressionado.
O que se viu, foi apenas um time que só atacava, contra outro que só defendia. Nessa, o ataque se saiu melhor e levou a vitória de 1x0. O time gaúcho venceu em casa, sem levar gol algum do adversário e por isso leva vantagem no jogo de volta, que decide um dos finalistas.
Dia 5, no Morumbi, é a postura dos times que vai dizer quem é o finalista. Equilíbrio é a chave. A torcida tricolor vai torcer em peso, assim como fez a do time gaúcho.
E preciso lembrá-los, ainda não acabou para ninguém. Tudo pode acontecer, ainda faltam 90 minutos para o confronto final ser decidido. Mas uma coisa é fato: se o São Paulo não pensar como time grande, não há santo que o faça ser Tetra!
SÃO PAULO NÃO DEVE SER TETRA!!!!
ResponderExcluirSou La U até de óculos
VAI INTER!
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